sexta-feira

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Estreia dia 15 de Dezembro ás 21h30m em Ponta Delgada no Auditório da Biblioteca, no Largo do Colégio.




Mesmo para quem trafica teatro o trabalho de mesa, pela mesa, na mesa, sobre a mesa ou mesmo à mesa é muito importante.
Assim dia 27 de Novembro tivemos a presença da nossa contrabandista do texto entre nós, no ensaio, para orientação dramatúrgica.
Falámos muito, muito...muito e venerámos o Padrinho, José Martins Garcia.


A mesa é e será sempre um sítio de brilho e inspiração.


Dias destes fazem com que este Barco da Escuridão que é a Arte navegue pelo azul imenso de um mar de papel...

segunda-feira

CONTRABANDO ORIGINAL
a partir do romance de José Martins Garcia

Contrabandear é a nova aventura d'O Dragoeiro... e já começamos a ensaiar e a descobrir o sub mundo da repitação.

Os contrabandistas são André Nunes, Carolina Bettencourt e Frederico Amaral, dirigidos pela contrabandista-mor Ana Amorim. O contrabando do texto é de Ana Lúcia Santos...

"E basta de pormenores quanto ao cenário do crime"! ! !
A MOREIA
Grupo Central - às 21h.30 Nov.
Terceira - S. Jorge - Pico -Faial
Estreia dia 23 e 24 matiné (às 15h) Teatro Angrense

Dia 30 Ramo Grande - Praia da Vitória


Dezembro - S. Jorge
1 e 2 Auditório Municipal das Velas

Pico
7 - S. Mateus ( Madalena)
8 - (às 22h.30) Auditório Municipal das lajes
9 - EBS Cais do Pico

Faial
14 15 e 16 (17h) Teatro Faialense

Direcção: Nelson Monforte

Actores: Ana Cunha - Leonor Cabral - Pedro Teixeira

sábado

ELENCO - MOREIA
É para muitos um facto que o resultado de um espectáculo depende muito da sua equipa. Aqui vai uma foto dos actores do projecto A MOREIA. Esperamos e desejamos muitos votos de sucesso para este projecto que (segredo) promete...
Pedro Teixeira
Leonor Cabral
Ana Cunha

domingo

TERRAMOTO (S) - EARTHQUAKE (S)

A catástrofe? E depois do terramoto? E as ondas de choque nas mentalidades? Agradecer por estar intacto? Tudo destruído? O que procurar? O que aconteceu e porquê? Acordar para o futuro? Recordações/memória? Como voltar a construir? E o que será que construimos primeiro? A nossa própria história?...

"Acontecimentos recentes como 11 de Setembro e o Katrina iluminam continuidades e perplexidade e revelam como alguns eventos isolados cristalizam os nossos medos e preconceitos." Pedro Mexia

( Performance de teatro Instalação - Versão 1 -Fábrica) Este espectáculo performativo resultou do processo de criação/estágio numa fábrica em ruínas.

terça-feira

A MOREIA
Work in progress

E já começamos a dramaturgia (trabalho de mesa) da nova criação/produção que irá desta vez estrear em Angra do Heroísmo no Teatro Angrense dia 23 e 24 de Novembro - 28,29 e 30 Praia da Vitória , 1 e 2 de Dezembro nas Velas - 7,8 e 9 - S. Mateus - Lajes do Pico e Cais do Pico - 14,15,16 Teatro Faialense.

quinta-feira

Estreia ONLINE dia 28 de Outubro

TERRAMOTO(S)

Notícias/convites: Projecto de Teatro contemporâneo de 2007 -
Terramoto(s) - "Teatro na tua casa"
Foto de Inês Andrade
Teatro O Dragoeiro : Estreia o espectáculo TERRAMOTO(S) versão 0 - Online no dia 28 de Outubro às 22h (provavelmente uma experiência única no mundo) no próprio site www.odragoeiro.com (entrada Livre) para celebrar junto com o mundo o cinquentenário da erupção do Vulcão dos Capelinhos na Ilha do Faial, Açores.

Projecto de Teatro Performativo versão 0

TERRAMOTO(S) in "Fabrica"


Criação/projecto de Teatro contemporânea de 2007

Dentro do nosso plano de actividades anual (novas criações) fazemos uma criação (0.1) a partir de texto de um grande autor contemporâneo, uma outra (0.2) mais de carácter performativo e de teatro alternativo outra (0.3) a partir de um conceituado autor/texto clássico e uma última (0.4) criação a partir de um escritor açoriano.

Foto de Inês Andrade

terça-feira

TERRAMOTO (S) Gravações


TERRAMOTO (S)

Depois das fotos ligadas ao estágio/espacial hoje acabamos uma primeira fase das gravações nas mesmas ruínas que nos acolheram e nos continuam a inspirar com a sua escultura e consequente memória. Horas de gravações de um processo "ADAPT" dentro da técnica do teatro de instalação onde os actores sem palco e bastidores enfrentam um espaço real , difícil e carregado de suspense, onde representam as suas personagens em diversas situações e ambientes. Aqui o desenho de luz é feito pelo sol e a sonoplastia pelos actores e pelo próprio espaço. Sentimos que estamos dentro de um palco real, que já ninguém quer estar ou se lembra que existe. Uma sensação que se vive intensamente muito difícil de registar até mesmo em fotografia ou vídeo.

segunda-feira

TERRAMOTO (S)

Assim continuamos a nossa viagem pelo mundo dos sismos, tremores de terra que muitas vezes provocam terramoto(s) e destruição no ambiente, mas sobretudo grandes abalos interiores nas pessoas que os vivenciam. Sejam catástrofes físicas ou emocionais ou até mesmo psicológicas como grandes dramas ou duras experiências vividas. A trabalhar nesta nova criação o mais interessante está a ser trabalhar sobre a grande capacidade de sobrevivência, de superação e sobre a memória dos acontecimentos que pretendemos continuar trabalhar de uma forma sensorial e contemporânea. Um espectáculo de "teatro instalado" onde o ambiente é primordial para estimular a memória e a acção. Um espectáculo per formativo e ao mesmo tempo muito cinematográfico.Esperamos brevemente dar notícias da sua estreia...

domingo

Work in Progress



TERRAMOTO (s)
Casamento?

O Processo está ser muito produtivo, levantamos algumas ideias em grupo, pusemos essas mesmas ideias na prática, repetimos para torná-las mais dos actores/bailarinos e de acordo ao que estamos a procurar. O encenador (Nelson Monforte) como o terramoto extracénico, porque por vezes a latência apodera-se dos actores, os temíveis vulcões! Actualmente andamos na cena do casamento propondo materiais a partir da dicas com que ficamos do nosso último ensaio: eficácia, rapidez, síntese.CASAMENTO DO NUNO E DA ALFACE: a noiva que não chega, a célebre marcha nupcial. O momento de dizer SIM ad eternum!!!! as alianças no dedo anelar, o brinde em que os braços se cruzam (tantas vezes é uma atrapalhaçada!) os talheres a bater nos copos, BEIJA! BEIJA! BEIJA! "o beijo dos noivos", em que experimentamos um falso pudor, um falso beijo... Todavia estamos ainda numa fase primária perto do clownesco, falta-lhe aquele ritmo e ironia fase a tragédia e clareza. Experimentamos outras coisas, com a Raquel também, sobre a parte dos casamentos frustrados... em que há uma rejeição do toque, ou um hábito rotineiro do fazer amor (toca-me aqui, toca-me ali, uma espécie de roteiro para que nada falhe e seja sempre bom)... se bem que estas ideias são do pós-casamento, e não do casamento em si. Depois avançamos para o sexo e para a primeira vez, e foi de comum acordo fazer algo mais de contacto improvisação, e marcamos uma cena mais bonita e poética de contacto com os dois corpos mais dançada...

Work in Progress


TERRAMOTO (S)
Falar de terramotos de hoje?
Neste momento estamos a fazer o levantamento de algumas cenas através da improvisação. Materiais: um actor e duas bailarinas/ um espaço vazio/ O Guião. No princípio era o verbo; pois o nosso princípio foi o corpo, os corpos, aqueles que observamos na rua e que são poéticos e eternos. Os fenómenos (terramotos interiores, vulcões, massas de terra, ataques de epilepsia); a concretização de uma sinal perceptível universalmente, tradução em vinte segundos da unidade humana. PONTO 1: O Big Bang. Como farias tu um Big Bang? O bico de gás ficou aceso toda a noite, e na manhã seguinte, apetece-te um cigarro, procuras e isqueiro no bloso e... BOOOOOOOOOUM!
A matéria e os seus milhões de átomos reuniram-se e incharam o Universo e... BOOOOOOOOUM!
Abriu-se a porta do metro, vejo-te e o meu coração estremece, toda o meu rosto deseja ser sugado por ti, és linda mas... BOOOOOOOUM! O Vulcão dos Capelinhos desabafou há 50 anos atrás, ela estava na cozinha e, sem saber o que dizer ao marido, BOOOOOOUM! A temática do Big Bang, do Início, foi algo que exploramos através de sonoridades, evocações e situações em que ouvimos (fora ou dentro de nós) este BOOOOOOOUM ensurdecedor e revelador. O que ao princípio foi um ataque de pânico e histeria (necessidades talvez de desbloquear ou então de activar o mecanismo da improvisação), deu forma e consistência a este princípio sonoro que todos nós entendemos e cuja pesquisa, nos próximos ensaios, será: Onde? Quando? Com que intensidade ouvimos nós este BOOOOOOOUM? Já alguma vez ouvimos? Vamos propor-nos a ouvi-lo? O que vem a seguir ao Big Bang?
O Homem, e aquele paraíso de Torga que está sempre onde o pomos e nunca onde o temos.É caso para dizer: OH MY GOD, Adão enriqueceu de um momento para o outro, Adam is rich now!!! Do paraíso distorcido enquanto passagem de ano, ao paraíso que passou pela tentação, pela serpente, chegamos também ao paraíso da alienação, do riso, do prazer experimentado pela droga, pelo vício, pela necessidade... ou então o paraíso mais simples: o inominável que nos dá vontade de rir. Ao longo deste trabalho fomo-nos apercebendo de alguns elementos que não deveriam acontecer na improvisação (neste processo de criação que procuramos). Ei-los:~

1. FAZER DUAS VEZES É PROIBIDO! (porque esgota, porque já se sabe, porque conhecemos, porque não vamos comentar, porque os sinais estão dados ao público e o público LÊ).

2. NÃO DEIXAR CAIR A BOLA (porque um jogo de ténis não se joga sozinho - item1- e porque só se joga enquanto a bola estiver no ar -item2). O que acontece se a bola cair? Voltamos atrás, apanhamos a bola, e voltamos a dar uma tacada. Tão (aparentemente) simples, não é?
Entretanto, improvisação a dentro, chegamos ao Amor. As crianças são o símbolo do amor, dos anjos, da candura, da doçura, dos quadros religiosos com o verniz meio estalado pela idade... e hoje, qual é a criança de hoje (aparte estes anjos)? Conhecem aquela criança preversa cuja mente é um comboio a assobiar pela noite dentro? Nós improvisamos sobre a criança-mulher, a criança-homem, as crianças que brincam aos doutores e, a bem dizer ao teatro, querendo já procurar o desconhecido e o mistério do outro, e nu outro. Foi importante ter duas mulheres e um homem, pois há um desiquilíbrio dinâmico sempre por resolver. Qual delas é para ele? Qual delas vai dançar na adolescencia? Qual delas vai dar o golpe do lencinho, torcer um pé para que o rapaz a vá ajudar e largue "a outra". Neste jogo de perversidade também o perigo espreita; e quando,numa noite, se mexem as ancas como a Shakira para seduzir para seduzir o «gajo cool», pode ser que a realidade seja um canivete apontado e um jogo de pernas e cintura, e não tanto um vídeoclip.
Em termos técnicos, o encenador (Nelson Monforte) ficou a conhecer-nos mais profunadamente e à nossa especificidade. "Olha o corpo da Alface". "Olha o corpo da Raquel" "Olha o corpo do Nuno" Exacto. Há um trabalho a fazer que tem a ver com a expressão corporal. Com a libertação do corpo. Com o uso de todas as partes do corpo para exprimir o mesmo significado. Não deixar que o corpo do actor seja um braço isolado, uma anca que ficou por colocar, um peito que não voou... mas seja uma expressão própria, "inteira" e ligeira: para que todo o material imaginativo deslize pelo corpo sem impedimentos e empedernidos. E aqui estão as nossas actuais inquietações...Num contágio permanente entre corpos e ideias: o actor transporta a bailarina para um determinado universo; a bailarina empresta a sua mobilidade para que o actor construa. E, ao fim e ao cabo, acabamos por ter um actarino e uma bailactora, que nem teatro fazem, nem cinema, nem pintura, nem música... estão a vasculhar um baú maior que as palavras, mais pulsional e directamente ligado à nossa fonte, a memória: esse baú, digamos, a nossa vida! Corpo: como exprime a vida, a memória de vidas? Voz: como dá corpo à vida, ao eco de vidas? A personagem: meio caminho entre a memória do que somos e a memória do que todos somos.

Vamos andando porque, para a frente, "é o dilúvio".







TERRAMOTO (S)


E este novo projecto está em "erupção" de processo de trabalho. Depois de avançarmos com a proposta de encontrar uma fisicalidade comum, uma organicidade que todos pudessemos partilhar nesta construção. Começamos por baixo (pensamos que as raízes são o princípio de todas as coisas!), e daqui advieram os nossos pés e a nossa maneira de andar. Encontramos um andar característico, e surgiu a ideia de trabalharmos os nossos pés consoante os estágios da vida/estágio cénicos/9 cenas; isto é, procurar a movimentação e a FORMA dos pés de um bebé (e como isto influi em toda a fisicalidade), e progredir etáriamente até encontramos a forma dos pés de um morto - que nunca conseguem estar paralelos, porque o morto não possuí a FORÇA de comandar nos seus próprios pés. Um outro aspecto da nossa nova fisicalidade tem a ver com a noção de direcção: achamos uma parte do corpo como sendo a parte fundamental e orientadora da nossa direcção do espaço. Por exemplo, se queres ir do ponto A para o ponto B, em vez do teu ser ir em totalidade, é a tua anca e o teu joelho que te projectam primeiro. Ou seja, há uma parte do corpo que se antecipa quando mudas de direcção, e que transporta todo o corpo consigo. E por falar em antecipação, falamos também em atraso. Esta ideia foi-nos especialmente querida, a pontos de gostarmos muito de a poder experimentar in loco em vários sítios, de modo a torná-la quotidiana e orgânica em nós: trata-se de um MOVIMENTO ESPIRALADO (nomenclatura da Alface!), que inverte toda a estrutura dita "normal" no comportamento do Homem ainda na mudança da direcção. Simplificando, a tua cabeça é a última coisa a virar-se. Tornando isto prático, tomemos o encontro dos dois namorados que se vão abraçar, estando de costas um para o outro. Ao virarem para se abraçar e beijar, primeiro os braços entrelaçam e os corpos encontram-se e só no final as duas cabeças se cruzam. E quando queres mudar de ponto, vai todo o teu corpo primeiro (relembrar o joelho e a anca), e a cabeça permanece nesse mesmo ponto e é a última a «ceder» na direcção. Uma outra ideia, que já tinha surgido na mesa, é a ideia de um cardume magnético entre nós três. Um triângulo dentro do triângulo. Mais ou menos como se fossemos cavalos marinhos... e quando a nossa direcção muda, as nossas cabeças giram em opostos. Estamos sempre em oposição uns com os outros... exploramos os desiquilíbrios sempre que nos queremos deslocar, sendo que no ponto máximo do des(equilíbrio) [aquele em que não sabes se ficas não sabes se cais] a tua expressão facial dilata-se para, quando finalmente cais no chão e restabeleces ao teu equilíbrio, te centrares e a tua expressão facial voltar a um estado neutro.

Moby Dick

MOBY DICK


Falar de nós, e do fazer cultura/teatro nos Açores é sempre muito difícil, mas continuamos à espera de textos/reflexões/críticas relacionados com o espectáculo que aconteceu/ocorreu no Triângulo. A saga da teimosia de trabalhar para todas as ilhas continua de pé e o espectáculo Moby Dick não fugiu à regra. Fui surpreendente para toda a equipa ver a reacção do público a uma linguagem nada convencional, e a uma encenação (Ávila Costa) minuciosa de convite ao estimulo intelectual versos imaginário. Dois actores e um grande Clássico que fala de baleeiros e baleias... Dentro deste ardo estágio artístico, logístico (onde sobretudo encontramos grande falta de recursos e meios ) e de conhecimento das várias realidades específica (culturais/sociais/Politicas) concluímos neste diálogo/relação directo que está mais forte a "certeza/convicção" que este público fantástico merece grande atenção cultural (apesar das grandes dificuldades ) todo o nosso investimento artístico e que a partir deste momento vai querer mais e melhor. Prometemos continuar a trabalhar para isso...

Work in Progress - Moby Dick I

MOBY DICK

E o tempo não pára! Olhamos pro Mapa de trabalho/planningwork e já vemos que a estreia do espectáculo Moby Dick será no dia 22 de Julho no Auditório EB/Cardeal Costa Nunes nas Festas de Santa Maria Madalena. Depois do Pico segue-se S. Jorge e Faial - Esperamos sinceramente surpreender... e que o público entre realmente nesta viagem profunda e fascinante sobre a condição humana.

..Terra firme», dizia-se antes; firme porém só na continuidade dos mistérios que permanecem, quando tudo o resto se agita, muda e altera. Parte da açorianidade daquela gente assenta nessa sua sabedoria de estar em contingência, pois nem sequer os mapas sabem dar repouso às ilhas. Aparecem representadas mais a norte ou mais a sul; ora mais para leste ora mais para oeste; por vezes mais próximas umas das outras, quantas vezes mais distanciadas e até mesmo reduzidas umas e aumentadas outras...

excerto de "Moby Dick e a recuperação da memória. Portugal na sua atlanticidade", por Adelaide Freitas, in revista Vértice, nº 78, Maio-Junho de 1997, pp. 48-54

segunda-feira

PAIS ACTIVOS

PAIS ACTIVOS - EM FÁTIMA

Que dizer da nossa maravilhosa esperiência artística e humana desta vez por terras de Fátima. (18 de Maio) Apenas que fomos muito bem recebidos e que o grande auditório (capacidade para 300 espectadores) quase encheu para assistir ao nosso espectáculo Pais Activos de Teatro Interactivo que correu muito bem e que pelos comentários deixados no nosso livro de visitas agradou e deixou (cultivou) algumas sementes. Queremos certamente voltar...

"ELA E O MONSTRO" ASSINALA O DIA MUNDIAL LIVRO




No Dia Mundial do Livro, 23 de Abril, pelas 14h00, sobe ao palco do auditório da Biblioteca Municipal de Santa Maria da Feira a peça de teatro ‘Ela e o Monstro’, pel`O Dragoeiro - Companhia Teatral.


As crianças do 1º Ciclo são o público-alvo deste espectáculo.


Três actores vão recriar a história ‘A Bela e o Monstro’, inspirada no conto clássico de Madamme Beaumont, para promoverem o incentivo à leitura, inserida no Plano Nacional de Leitura, cujos principais objectivos são: criar e fortalecer hábitos de leitura nas crianças, desde a primeira infância; estimular a imaginação e a criatividade nas crianças e nos jovens; apoiar a educação individual e a autoformação, assim como a educação formal a todos os níveis; activar e aproximar a relação leitor/biblioteca, para criar e consolidar novos públicos. Este espectáculo alerta para os problemas ecológicos, e promove a cidadania e uma boa alimentação. Com o auxílio da música, é apresentada a função de cada tipo de alimento (energéticos, reguladores e construtores). Os direitos e os deveres do conceito “criança cidadã” e a importância dos livros são outros temas em destaque nesta peça, que transmite ainda a mensagem de que o amor vai além das aparências enganadoras, ao procurar a beleza interior, num processo corajoso de viver o descobrimento do que é fundamental.

quinta-feira

DIA MUNDIAL DO TEATRO


Três desejos para o Dia Mundial do Teatro
Gostava de reiterar as fundamentais palavras do autor da mensagem oficial do Dia Mundial do Teatro, o Sultão Bin Mohammed Al Qasimi: “Nunca antes houve um tempo como o nosso, em que nos cabe a todos denunciar as guerras fúteis e as diferenças doutrinárias que, tantas vezes, erguem as suas cabeças de hidra, imperturbáveis perante a consciência plena de responsabilidade”.Também eu gostava de falar sobre responsabilidade: de quem faz, de quem pensa, de quem decide. Uma responsabilidade que assumisse um contributo útil e cooperante, juntando vozes concordantes e dissonantes, sem receio de se verem ou sentirem ultrapassados. Sem o desejo furioso de impor projectos pessoais a estratégias globais. Impressiona-me que num contexto tão frágil se opte pela hipocrisia e a falsidade, com o mero intuito de defender essas estratégias, em vez de se abrir o diálogo e a acção a todos.Porque continuamos a recusar um teatro que seja espelho real da sociedade, apostamos em metáforas pífias e inconsequências justificadas pelo ego e a ausência de memória.Somos todos culpados pelo incumprimento das leis que nos regem, quando as há. E quando não existem, somos também por isso culpados. Somos todos culpados pela subalternização da arte e a ideia de mero entretenimento ao defendermos coutadas em vez de diversidade. Somos culpados, todos, pela discriminação sexual, ao fomentarmos peças homofóbicas disfarçadas de subversão e humor. Culpados pelo racismo e xenofobia, ao não abrirmos as portas à dramaturgia e às companhias que sobre esses temas trabalham. Culpados pelas diferenças sociais, ao nos recusarmos a ver, fazer e pensar uma outra ideia de intervenção cívica.E seremos eternamente culpados se, conscientes disto tudo, continuarmos a celebrar, deitar foguetes e brindar, esquecendo tudo pouco depois. Muito por culpa nossa, a sociedade que temos é a sociedade que merecemos. E o teatro merece melhor.texto lido ontem no São Luiz-Teatro Municipal, em Lisboa, no âmbito da iniciativa Três Desejos para o Dia Mundial do Teatro

quarta-feira

JORNAL DIÁRIO - Workshop Teatro Interactivo

Quotidiano - Jornal Diário - O Dragoeiro - Companhia Teatral

Afastar os jovens dos comportamentos de risco - Através da Arte

Este é objectivo do workshop “Teatro Interactivo” oque se realiza, hoje, na cidade de Ponta Delgada.
Decorre hoje, na Pousada da Juventude de Ponta Delgada, o workshop “Teatro Interactivo”, organizado pela companhia de teatro O Dragoeiro. A acção que conta com o apoio da Direcção Regional da Juventude, terá a duração de três horas e está aberta a um máximo de 25 participantes.Em declarações ao jornaldiario, o director regional da Juventude afirma que “quando idealizamos este workshop tivemos como objectivo a formação de animadores que depois possam desenvolver actividades, em diversas temáticas, tendo por princípio duas vertentes essenciais: a educação para a cidadania e a prevenção primária”.Realçando que o Governo dos Açores tem nos jovens um dos seus centros de acção, Bruno Pacheco sublinha que “a juventude terá de ser um agente de mudança para alguns comportamentos. Isto faz-se, formando jovens que depois possam ser portadores de mensagens que possam influenciar os comportamentos de outros jovens”.Assim, o Executivo açoriano está, cada vez mais, empenhado, em proporcionar à juventude novas experiências e novas dinâmicas de forma a que esta possa desenvolver melhor o seu papel na sociedade.
JornalDiario
2007-03-31 10:05:13

Direcção regional da Junvetude e O Dragoeiro - Companhia Teatral


Direcção Regional da Juventude promove nove espectáculos em S. Miguel

O Governo dos Açores, através da Direcção Regional da Juventude, vai promover, de 27 a 30 deste mês, um total de nove espectáculos nos concelhos de Vila Franca do Campo, Povoação e Nordeste, na ilha de S. Miguel.Em cena vão estar, naqueles três concelhos micaelenses, as peças “Adolescentes na Hora H” e “Pais Activos”, pelo O Dragoeiro companhia teatral dos Açores, num projecto de animação sócio-educativa que se enquadra nas temáticas da Educação para a Cidadania e da Prevenção Primária.Nesta primeira fase, são abrangidas pela iniciativa as seis escolas profissionais e básicas e secundárias de Nordeste, Povoação e Vila Franca do Campo, prevendo-se que aqueles espectáculos levem aos auditórios municipais daqueles concelhos cerca de 970 jovens e 167 pais e encarregados de educação.O espectáculo interactivo de debate “Adolescentes na Hora H” visa fomentar uma cultura de prevenção e promoção da saúde, sobretudo entre os adolescentes. A peça permite a abordagem de questões que afectam a vida dos jovens e adolescentes, como sejam a escola, afectos, valores, planeamento familiar, educação sexual e saúde, hábitos nocivos, hábitos de vida saudável, toxicodependência e violência.Por sua vez, a peça “Pais Activos” tem os seus objectivos e conteúdos direccionados para a comunicação e prevenção, promovendo uma reflexão sobre o seu papel, as questões da adolescência e as formas de poder potenciar comportamentos saudáveis, valorizando a auto-estima e a confiança.Para além destes espectáculos, a Direcção Regional da Juventude irá promover, ainda, nesta primeira fase do projecto, um workshop de Expressão Dramática sobre a temática da Prevenção Primária. A iniciativa, que terá a participação de 25 jovens, entre os quais professores, dirigentes associativos e animadores sócio-culturais, irá decorrer no próximo sábado, dia 31 de Março, na Pousada de Juventude de Ponta Delgada.

quinta-feira

O DRAGOEIRO EM MAFRA

JORNADAS DA JUVENTUDE

"Adolescentes na hora H" - dia 23 de Março em Mafra - Ericeira


Mais animação, mais formação e mais informação. A autarquia volta a organizar as “Jornadas da Juventude”. O evento decorre de 16 a 31 de Março, respondendo às expectativas e necessidades dos jovens concelhios.

Esta iniciativa pretende assumir-se como uma forma de apresentação dos diferentes mecanismos de apoio aos jovens nas áreas da orientação escolar e profissional, moda, fotografia, teatro e desporto. O projecto “Jornadas da Juventude”, organizado pela Câmara Municipal de Mafra, chega, assim, recheado com novas actividades: um desfile de moda, uma tarde radical, workshops de informação e orientação profissional, uma feira dedicada às profissões, um roadshow sobre empreendedorismo “integrado”, um espectáculo teatro interactivo "Adolescentes na hora H" pela companhia O Dragoeiro, entre outros.
Destaque para a Feira das Profissões onde poderá aceder a um conjunto de informações sobre as diversas profissões existentes, no sentido de auxiliar os alunos a tomarem decisões de futuro e a fazerem as suas escolhas.Se é mais do espírito aventureiro, é de salientar, igualmente, a Tarde Radical onde serão desenvolvidas actividades lúdicas na “Aldeia Camões”, tais como: slide, rappel, pista de obstáculos, entre outras.
Para mais informações, dirija-se aos Espaços Jovens ou consulte o:folheto informativo - 1,97 Mb

3º Encontro de Escolas de Expressão Dramática - ES Lagoa




Uma realização da Escola Secundária da Lagoa que desafia os grupos de teatro escolares da região a participarem numa Mostra de teatro escolar infanto-juvenil de 14 a 16 de Março. Iniciativas como esta são importantíssimas na educação cultural e na formação de novos públicos. E O Dragoeiro - Companhia Teatral desde logo demonstrou o seu contentamento e cooperação neste encontro de jovens apaixonados pelo teatro e respectivos professores de Expressão Dramática.Participarão neste encontro de escolas quatro ilhas. Do Faial, Escola básica integrada da Horta e a escola Secundária Manuel de Arriaga. Do Pico EbI./S da Madalena, de S. Jorge EbI./S das Velas, de S. Miguel escola Secundária da Ribeira Grande, ES Antero de Quental, EBI da Lagoa, a EBI/S de Vila Franca do Campo e EBI da Ribeira Grande.Passarão pelo Palco 234 alunos orientados por 12 docentes, além dos alunos e professores da escola Secundária da Lagoa.Em breve será divulgado o programa. O Dragoeiro estará presente no dia 14 com o espectáculo do departamento de pedagogia: "ELA E O MONSTRO" - M/3