Olá a todos visitem o espaço da Alexandra Ávila.http://www.myspace.com/alexandravila
segunda-feira
domingo
NY GRAND CENTRAL STATION
UM GRUPO DE 207 PESSOAS PLANEOU UMA 'Partida' NA ESTAÇÃO CENTRAL EM NOVA YORK. ELES MANTIVERAM-SE 'CONGELADOS', AO MESMO TEMPO, POR 5 MINUTOS.AS PESSOAS QUE PASSAVAM FICARAM SEM ENTENDER O QUE SE ESTAVA A PASSAR
sábado
MARCUS STEINWEG - BEHAUPTUNGSPHILOSOPHIE
“Tanto na filosofia como na arte não se trata de demonstrar ou opinar. Trata-se de tomar uma posição, de afirmar. A afirmação é distinta da demonstração ou da opinião na medida em que não precisa de ser verificada. Ultrapassa as modalidades do pensamento tradicional como a reflexão, a justificação, a crítica, a argumentação. Trata-se, enquanto sujeito, de alcançar uma verdade na incerteza e de dar a este alcance uma forma, linguagem. (p.9)
Novo site já Online
Assunto: Lançamento do Site O DRAGOEIRO - Companhia Teatral O DRAGOEIRO - Companhia Teatral um Promotor de Cultura contemporânea na observância dos princípios tradicionais de universalidade, nuns Açores capazes de atrair e reter inteligência e excelência Criativa em todas as actividades económicas, científicas, tecnológicas. Açores capazes de criar riqueza a partir daquilo que já é a sua própria riqueza: a sua incomensurável herança cultural. Dentro desta complexa filosofia O Dragoeiro criou o seu site (como décima ilha) que tem por objectivo proporcionar a todos visitantes o acesso em qualquer parte do mundo a todo o trabalho criativo desenvolvido pela equipa artística dentro e fora da região.O novo 'site' do Dragoeiro - Companhia Teatral já está disponível online com um novo visual e maiores potencialidades que permitirão maior conhecimento e sobretudo maior aproximação a esta Companhia Teatral bem como uma consulta mais rápida, eficaz e principalmente uma visita agradável. Numa segunda fase o site também estará disponível em Inglês. Bem-Vindo/Welcome to DRAGOEIRO place... http://www.odragoeiro.com/
domingo
Uma reflexão sobre a personagem Cate
Dramaturgia da peça encenada em França:Une petite idée du personnage de Cate
Je vais à présent montrer une image qui pour moi pourrait être attribuée au personnage de Cate.Présente dans toute la pièce à l’exception de la troisième scène, ce personnage est à mon sens la figure féminine de la pièce prise entre deux pôles : la domination par la peur de la part de Ian, puis de la guerre. La peur de l’intérieur avec Ian et de l’extérieur avec l’insurrection militaire.Cate se révèle être une force, prête à tout, surtout vendre son corps, une fois à Ian pour qu’elle le laisse tranquille, et une deuxième fois au soldat, simplement pour manger. Son corps n’est rien du moment qu’elle résiste.Qu’elle reste en vie. Cette jeune femme paraît très naïve mais qui, comme un animal, souhaite conserver la vie : La vie de ce bébé dont elle "hérite" par obligation (« une femme m’a donné son bébé »), la vie de Ian lorsqu’elle souhaite le nourrir au lieu de lui donner une balle dans la tête, comme il lui demande, et la sienne.Son corps est taché de « sang » et autre horreur mais elle vit. Une question se lève alors, Pouvons nous tout nous permettre pour survir ?Cette photo ayant pour titre "Nourishment", me fait penser à ce personnage crée par Sarah Kane. Personnage effrayant par son coté obscur et inconnu, caché sous une fragilité. Elle démontrera qu'elle est prête à ramper. C'est un personnage d’aspect inoffensif mais qui peut faire plus qu’elle ne le laisse paraître. Elle risque la mort mais survit… A la fin de la pièce, il ne lui reste plus qu’à ramper, les mains tachées de sang et le regard vide…Je vois Cate comme une jeune fille brune, frêle et naïve d’aspect mais capable de beaucoup. Cette image, loin de la caractériser réellement peut donner une petite idée, peut être incongrue, de ce qu’est pour moi ce personnage.
BLASTED-Video-Promo
Teatro O Dragoeiro -Está a realizar um Vídeo-Promo aqui fica um pequeno teste da maquete estrutural(imagem/som/projecto) da realização de Nelson Monforte e Soraia Granja.O vídeo final será concluído brevemente....
sábado
BLASTED - Estreia 27 Junho - Ponta Delgada
Momentos do estágio do processo de criação da 10ª produção do Teatro O Dragoeiro - Blasted(ruínas) de Sarah Kane - Direcção de Nelson Monforte - actores: Carolina Bettencourt, Frederico Amaral e Miguel Curiel
terça-feira
Hoje pensei EU na Arte ...
Por norma os artistas têm em comum a urgência de intervir numa sociedade cada vez mais afastada do ser humano e de um sentimento de justiça. É uma necessidade de intervir para lá dos moldes convencionais e convencionados. O mundo está envolvido no início do século passado numa transformação acelerada. Os artistas agitam-se e agitam a sociedade para reflectirem sobre a pertinência dessas transformações. Uma necessidade de desafiar os sentidos. Os dos próprios artistas e os do público. De transgredir para espaços de experiência que obrigará a sociedade a pensar sobre os moldes em que se organiza e sobre as noções pré-estabelecidas sobre a arte e os artistas. Urgência de experiência e partilha de processos novos de criação artística. Sede do novo. Sentem uma sensação como um refugiado que se desloca para uma outra terra por não ser mais possível viver nos limites da sua terra natal. Vão procurar a sua essência através da sua vida, do seu corpo, tentando chegar de uma forma directa e implicada ao público. A urgência de descobrir o sentido para uma nova acção artística hoje e agora. Questionam todo o sistema de mercado associado às obras de arte.O artista que Esbate a distancia entre vida pública e privada, artista e não artista, entre espaço do quotidiano e espaço artístico. Artista que observa o mundo com um sentido crítico. Que se utiliza a si próprio e ao seu corpo. Que testa com o público a resistência, o limite. Amplia os rituais. Expõem-se. Sem defesas. Puro. Em estado de graça
sábado
quinta-feira
Blasted(Ruínas)
segunda-feira
sexta-feira
Miguel Já recuperou do acidente
Que os ensaios era intensos fisicamente e psicologicamente já todos sabíamos. Agora e
stamos na fase perigosa e os acidentes acontecem. O grande objectivo é encontrar a máxima concentração e a devida utilização da técnica(corpo/voz/interpretação). Hoje na cena da luta (Ian e soldado) o actor Miguel Curiel sofreu um acidente que na altura nos pareceu muito grave perante tanto sangue depois de várias horas no hospital e de uma brilhante cirurgia plástica a um lábio rasgado voltamos a estar com o Miguel que pareceu pronto para outra. (daqui 8 dias) Que grande SUSTO...
domingo
sexta-feira
Work in progess
quarta-feira
Dragoeiro - Men
O dragoeiro: Tal como Homem, de uma semente são necessárias várias gerações para ser árvore. Espécie rara. Fóssil vivo, teimosamente resistente desde a noite dos tempos. De um tronco esguio, crespo e agreste rebentam no topo braços e folhas-lanças espetadas para o céu.O dragoeiro e o Homem Açoriano, uma teimosia, dois caprichos da Natureza. Gilberto Lopes
segunda-feira
sábado
BLASTED - BANDA SONORA
Na actual selecção e pesquisa para a banda sonora de Blasted (Ruínas) aqui fica um novo som.BLASTED(Ruínas) Polémica
O espectáculo “Blaste(Ruínas)”, da companhia teatro O Dragoeiro, promete ser o mais controverso e polémico da cultura açoriana actual - A escolha de uma das mais aclamadas autoras (Sarah Kane) da contemporaneidade faz deste espectáculo um dos maiores desafios pessoais e culturais desta companhia teatral dos Açores com dois anos de existência ainda sem instalações próprias. A idealização e a crítica acérrima aos vícios da sociedade são uma constante desta companhia fundada por criadores profissionais açorianos sobe direcção artística de Nelson Monforte (actor e encenador) que em cada novo espectáculo não poupa meios expressivos e artísticos na mira de atrair mais espectadores (novos públicos) e sobretudo preencher um espaço vazio existente na cultura açoriana há muito tempo sem um projecto profissional de grande consistência e com objectivos artísticos muito bem definidos a curto e a longo prazo para a região.“O objectivo com Blasted(ruínas) é chamar a atenção para temas éticos ou políticos que são eternos da sociedade humana, desde da violência, da miséria à publicidade e à sociedade de consumo”, disse o director da companhia, o encenador Nelson Monforte, no final de um ensaio.“Blasted” (Ruínas) é, como o nome indica, é o encontro de personagens solitárias e arruinadas.O tema central do espectáculo é “ a capacidade de violência gerar ainda mais violência" “ Pelo meio há nudez, provocações várias, vísceras e agressões, um espectáculo rico em alegorias que “deverá ser evitado pelos mais impressionáveis e por todos os que tenham uma sensibilidade social mais à flor da pele”, recomendou Nelson Monforte. A estreia está prevista para o dia 27 de Junho em S. Miguel. Blasted (Ruínas) um espectáculo a não perder pelos amantes do teatro contemporâneo.
JORNAL GAZETA DAS CALDAS RAINHA
ADOLESCENTES APRENDEM PELO TEATROAbordar os temas mais sensíveis para os jovens de uma forma aberta e sem complexos, é o objectivo da peça “Adolescentes na Hora H”, que foi levada à cena a 16 de Abril no auditório do Centro da Juventude pela companhia “O Dragoeiro -Companhia Teatral”.Através da simulação de um casting, dois jovens actores abordam questões como o suicídio, a “primeira vez”, a gravidez, as drogas ou a Sida, entre outras. Depois disso, são os próprios espectadores quem entram em cena. São pedidos voluntários para fazerem algumas das cenas para o casting fictício, utilizando os seus próprios argumentos na discussão que fazem com os outros intervenientes.Nas Caldas da Rainha houve alunos a discutirem com os professores (que assumiram o papel de pais e filhos) a hipótese de deixarem de estudar para irem trabalhar num bar à noite. A assistência também participou com as suas opiniões e sugestões. Desta forma, fez-se um debate informal sobre os temas em discussão.O que a companhia de teatro pretende fazer é educação dos afectos e não tentar ensinar como é que os jovens devem agir. “Cada um vê o espectáculo à sua maneira e tira as suas conclusões”, explicou Nelson Monforte, director artístico do “Dragoeiro”. “Depois o filme deles continua lá fora e quem escreve a sua história são eles”.Ao confrontarem-se com situações ficcionadas, os jovens podem aprender, em parte, a saber reagir quando for um caso real. “Normalmente a realidade é mais cruel que a ficção”, comentou o director artístico.A peça de teatro faz parte do departamento de pedagogia da Companhia de Teatro dos Açores, que tem delegações em Lisboa e no Porto, e é um programa de cultura de prevenção. Em cena há três anos, o espectáculo já foi visto por mais de 15 mil jovens.“Acreditamos que a cultura não é só espectáculos, música ou exposições. Esta tem de ser muito útil para toda a sociedade”, adiantou Nelson Monforte. É que, refere, “quando um país não tem cultura, há muita falta de auto-estima”.A companhia debruça-se sobre as questões relacionadas com os adolescentes por entender que estes atravessam uma fase complicada da vida, com vários desafios. “Acabaram de descobrir que os heróis em que acreditavam e que o mundo não é tão cor-de-rosa como pensavam. Estão muito sozinhos e escondem cada vez mais coisas dos pais”, referiu.Nelson Monforte admite que é complicado fazer este tipo de projectos, principalmente porque têm de abordar temas muito sensíveis. Apesar de ter tido formação a este nível na Dinamarca, aquele país tem um outro tipo de sensibilidade para estas questões. “Não nos dão apoio financeiro directo, mas tínhamos sempre dois técnicos disponíveis para nos acompanhar. Em Portugal a tendência é atirar dinheiro para cima dos problemas, há espera que eles se resolvam assim”, comentou.“O Dragoeiro” tem também um espectáculo para os pais, que pretende dar algumas dicas de como educar os filhos, mas têm sempre mais dificuldade em contar com a participação dos encarregados de educação porque estes parecem ter sempre falta de tempo para assistir.
PEDRO ANTUNES
quinta-feira
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